Questionário Básico.

Encontrei o blog Fio da Meada, de Silmara Franco, porque uma amiga minha enviou um link de um post que falava sobre pessoas certinhas demais. Fui dar uma olhada em outros textos e me deparei com este aqui que fala sobre as perguntas que as pessoas costumam fazer quando encontram uma barriguda. Eu me identifiquei bastante e acho que o folheto seria uma boa saída, e você?

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“Gravidez é genial. Mas quando uma mulher fica grávida, ela deve se preparar para satisfazer a curiosidade da população em geral, respondendo a uma série de perguntas ao longo dos nove meses. Todas as pessoas, em especial as mulheres, querem saber da grávida, e ela vira uma celebridade. As pessoas se tornam automaticamente íntimas dela – colegas de trabalho, o caixa do supermercado, desconhecidos que cruzam com você no shopping. De repente, todo mundo sorri para a grávida. No começo a grávida pode estranhar um pouco toda essa simpatia. Mas depois se acostuma e passa a sorrir também. Sem contar que a barriga fica pública, todo mundo põe a mão.

E como as perguntas são praticamente as mesmas para todas as grávidas, a gestante esperta pode até fazer um folheto com uma espécie de FAQ (Perguntas Frequentes, do inglês Frequently Asked Questions), incluindo suas respostas, e distribuir aos curiosos de plantão. É só fazer um por mês. Confira.

Assim que sabem da gravidez:

Foi planejado?

É o primeiro?

Você não tem medo…? (se você está perto dos quarenta, ou se passou)

No segundo mês:

De quanto tempo você está?

E o pai, está feliz?

Ou: Quem é o pai?

Quantos quilos você já engordou?

No terceiro mês:

Você está tendo muito enjoo?

Você está tendo desejos?

Você vai fazer aquele exame do líquido amniótico?

Quantos quilos você já engordou?

No quarto mês:

Já sabe o que é? (referindo-se ao sexo do bebê)

Já comprou bastante coisa?

Quantos quilos você já engordou?

No quinto mês:

Você já escolheu o nome?

Quantos quilos você já engordou?

No sexto mês:

Vai tentar parto normal ou vai fazer cesárea?

Quantos quilos você já engordou?

No sétimo mês, quando o barrigão fica imponente:

Para quando é?

Tem certeza de que não são dois? (se sua barriga for grande)

Mas tem alguma coisa aí dentro? (se sua barriga for pequena)

O quarto já está pronto?

Quantos quilos você já engordou?

No oitavo:

Você ainda está trabalhando?

Você está conseguindo dormir?

Muito pontuda! É menina, não é?

Muito redonda! É menino, não é?

Quantos quilos você já engordou?

Nono mês:

Mas você tem certeza mesmo de que não são dois? (se a sua barriga, que já era grande, ficou enorme)

Onde você vai ter?

A malinha da maternidade já está pronta?

E o(a) irmão(ã), está com ciúme? (se você já tiver um(a) filho(a))

Quantos quilos você engordou?

Um verdadeiro checklist mensal. O que torna o folheto uma ferramenta bastante útil. O curioso fez a primeira pergunta, a grávida entrega gentilmente o folheto. Tudo muito prático. E depois que o bebê nasce, pode-se produzir outro folheto, porque as perguntas continuarão.

E como é tudo curiosidade do bem, bobeira ficar brava. As pessoas querem é compartilhar a fase. Já me peguei aplicando o questionário nas grávidas por aí. No fundo, as pessoas ficam encantadas com esse, digamos, milagre da vida. Ou então, encantadas com o milagre daquela mulher ter engravidado, logo ela, que nem namorado tinha. O que já é aquela outra história”

Texto retirado do blog Fio da Meada, de autoria de Silmara Franco.

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Pai Crônico.

Flavio Salles, casado com a designer Roberta, papai de um casal de gêmeos e profissional de web,  fez um site para falar de seus pupilos e da experiência da paternidade. O site fez sucesso e ele resolveu, então, levar os textos para o livro Pai Crônico – Crônicas de um Paicapa, que acaba de ser lançado.

” Em Pai Crônico, o leitor acompanha as histórias de um pai desde o momento em que descobre que sua mulher está grávida até o dia em que as crianças completam três anos. Mas o livro vai além: propõe uma reflexão sobre a figura paterna, a partir da vivência do autor como filho de um pai distante até a hora em que enfrenta, na própria pele, o desafio da paternidade.

Em 110 textos, o olhar lírico, afetuoso e bem-humorado do autor transforma fatos cotidianos – cueiros lambuzados, brinquedos barulhentos, situações insólitas, choros, manhas e mamadas – em relatos poéticos e divertidos que retratam a experiência desse casal em superar obstáculos diários e desvendar a aventura banal e extraordinária de cuidar e educar seus filhos.”

Preço: R$ 30,00
Mais informações: www.paicronico.com.br
Flávio e Roberta são também sócios da Emotivo Design, que tem como proposta prolongar e compartilhar os momentos mais emocionantes da vida através da criação de Sites de Casamentos, Sites de Bebês ou de qualquer motivo que seja especial.

Hora de mamar.

IMG_1248Reparei que ainda não tinha falado muito sobre amamentação. Talvez porque ainda estivesse elaborando minha própria opinião. Bem, vamos lá…

Quando fiz o curso de gestantes da maternidade, lá pelo 7o mês de gravidez, foi esta a parte que mais me preocupou. Pelo que vi no curso achei que seria dificílimo, mesmo na posição mais tradicional, e morri de medo de ficar com os seios rachados. Quando fui conversar com o pediatra, pouco antes do parto, logo perguntei sobre cremes para curar as feridas e ele disse: “Calma. Você nem sabe se isso vai acontecer”. Mas como não? Todo mundo falava sobre as tais rachaduras.

O fato é que o Mateus, desde o primeiro dia, pegou o peito diretinho, com a boquinha de peixinho, abocanhando toda a auréola. Nunca tive feridas e rachaduras. E olha que ele mamava de 40 a 60 minutos. No começo ficava num peito só. Depois, passei a dar os dois. Mamava de 3 em 3 horas durante o dia, em média, e acordava uma ou duas vezes à noite. Eu só não tinha noção se tinha muito ou pouco leite. Afinal, nunca tinha tido filho e nunca fiquei analisando os peitos da minhas amigas.  Mas comigo o leite nunca jorrou e raramente vaza.

Na segunda consulta com o pediatra, com 1 mês, ele tinha ganho apenas 600 gr. Fui ao Banco de Leite do Hospital Fernandes Figueira e eles disseram que eu não era exatamente uma vaca leiteira mas que tinha uma quantidade razoável. Me ensinaram uma massagem ao redor da auréola e a partir daí achei que o volume de leite tinha aumentado.

Só percebia que o Mateus não engordava muito (outras pessoas falavam isso também) e quando tirava leite com a bomba era um sacrifício.

Na terceira consulta ao pediatra, com 2 meses, fiquei super chateada ao ver que ele só tinha ganho 400 gramas. O médico disse que ainda não tinha indicação para complemento, pois o Mateus era saudável, e pediu para eu voltar em 1 semana. Neste dia o leite começou a ficar ainda mais escasso e o filhote passou a chorar (gritar, na verdade) durante algumas mamadas. Era desesperador, de dar pena. No início pensei que fosse cólica ou alguma outra dor. Mas aí eu apertava os seios e só pingava uma gotinha aqui e outra ali. O coitadinho estava urrando era de fome. Um ou dois dias depois, me rendi ao NAN.

Comecei a reparar que os seios ficavam mais cheios quando passava mais tempo sem amamentar, já que intercalava o peito com o NAN. Ao mesmo tempo, de uma hora para outra o rostinho dele foi ficando mais redondo. Quando voltamos ao pediatra ele havia ganho 400 gramas em uma semana. Que felicidade.

Embora o pediatra não houvesse incentivado o uso do leite em pó (afinal é mesmo seu papel estimular a amamentação), percebi que eu não conseguia produzir uma quantidade satisfatória para todas as mamadas, o que deixava o Mateus irritado e a mim preocupada e estressada. Comecei a dar mamadeira de NAN 2 vezes ao dia e a tomar comprimidos de alfafa para dar uma estimulada na produção de leite. Aí tudo se resolveu. Ele não largou o peito e começou a engordar.

É claro que o ideal é manter a amamentação o máximo de tempo possível (aumenta a imunidade do bebê e reforça o laço entre mãe e filho, entre outras coisas), mas aprendi que às vezes não dá e não me sito culpada por isso. Na última consulta o filhote havia ganho 1,7 Kg e 6 cm. Continua no peito e com o complemento duas vezes ao dia. Está mais risonho e dorme melhor. Até hoje, graças a Deus, não teve rejeição ao leite, nem tão pouco cólica ou alergia.

Cada caso é um caso, mas comigo funcionou assim.

Domingão do Mateus 2.

IMG_1253Definitivamente o domingo é meu. Mais uma vez fiquei praticamente o dia todo na rua. De manhã fomos passear na Urca, conheci a praia, o bondinho e a pista Cláudio Coutinho. Mamãe e Cida, pra variar, fizeram muitas fotos. Depois fomos almoçar na Cobal. Estava tão quente que mamãe tirou minha roupa e fiquei só de fraldinha. Ufa, foi um alívio.

Demos uma passadinha em casa, tomei banho e tirei uma soneca.IMG_1269

À notinha fui com papai, mamãe e Cida no aniversário do Felipe, filho da tia Alessandra e do tio Fábio. A festa estava linda: o tema era A Turma da Mônica. Papai me levou num carrossel e na piscina de bolinhas. Não vejo a hora de poder aproveitar mais os brinquedos. Acho que vou gostar.

Ah, na festinha encontrei a dinda, o tio Perrota e os primos.

IMG_1289Bem, eu adoro passear. Ainda mais agora que já rio para as pessoas, observo tudo ao meu redor e converso. Pena que ninguém entende a minha língua.

Hora de Brincar.

Quem me conhece sabe que meu forte é comprar roupinhas para o Mateus. Os brinquedos ficam por conta do papai. Mas bisbilhotando o site Esperando Alice me deparei com o andador BMW e acabei conhecendo o Blog de Brinquedo. Lá encontrei sugestões de brinquedos super legais para crianças de todas as idades  com preços variados.

Ah,  mais informções sobre o andador no site BMW Shop e sobre o balanço moto Harley Davidson na Baby Earth. Pena que não entregam aqui.

harleyrocker.jpg

Engravatado.

Eu nem trabalho ainda e minha mãe já quer me ver de terno e gravata. Comprou na Baby Cool um babador de gravatinha para cada ocasião: nerd, severino (momento porteiro) e black tie.

Ela aproveitou e tirou umas fotos minhas peladinho para todos verem como estou ficando obesinho. Olhem o ensaio fotográfico e vejam como estou irresistível.

Estilo Black Tie

Estilo Black Tie

Estilo Nerd

Estilo Nerd

Estilo Severino

Estilo Severino