Ziriguidum no Ceará.

Como vocês já sabem passamos o carnaval em Fortaleza – Ceará – na casa do dindo Zé. Aliás um apartamento lindo, super bem decorado, lá na praia de Iracema. A parte que eu mais gostei foi da varanda: uma vista linda e uma brisa muito gostosa.

Antes mais nada, preciso dizer me saí muito bem na minha primeira viagem de avião. Na ida dormi assim que o avião decolou. Na volta, como era cedo, fiquei uma horinha me divertindo naquela caixa que voa, mas depois dormi e só acordei em solo carioca. Papai e mamãe, que adoram viajar, ficaram muito felizes com este feito.

Ah, não pude desgrugar os olhos da esteira de bagagens quando chegamos ao aeroporto de Fortaleza. Fiquei encantado com aquelas bolsas passeando no circuito oval da esteira.  

Em Fortaleza todos os dias chovia de manhã. Mas logo depois ia surgindo um mormaço até que o sol aparecia radiante. Foram dias maravilhos e muito divertidos.

Viajamos no sábado de carnaval à noite, então nosso tour pela cidade começou domingo com uma visita de compras ao Mercado Central. Eu acabei dormindo por lá e meu carrinho voltou lotado de castanhas. Quem mais consumiu foi a bá Cida que trouxe lembrancinhas para a família e amigos.

De lá fomos para a Praia do Futuro, onde aproveitamos para almoçar. À noite passeamos no calçadão da Beira-Mar, que fica lotado de turistas por conta de uma feira de artesanato. Cida e mamãe comeram a primeira tapioca da viagem.

Segunda-feira dindo Zé nos levou à Prainha, lugar que papai e mamãe não conheceram da primeira vez que estiveram lá. É um pouco distante, mas tranquilo e gostoso. Tomei banho de mar, fiquei na pisicininha de água doce e tomei sorvete de tapioca e de chocolate. Delícia!

Na volta da praia paramos num lugar onde só se vende tapioca. Eu preferi comer biscoito de polvilho. À noite, depois da busca pela carteira perdida do papai (que no final das contas estava na cadeira da varanda, em baixo de uma toalha) vesti minha fantasia de pirata e fomos jantar numa churrascaria. Confesso que não aproveitei muito o jantar porque dormi o tempo todo.

Terça tentamos ir numa lagoa de água salgada que papai e mamãe conheciam, mas como era carnaval o local estava muito cheio. Rumamos, então, para a praia de Cumbuco e almoçamso por lá. Neste dia tiramos a tarde e a noite para descansar.

Quarta-feira foi dia de Beach Park. Papai e dindo Zé se esbaldaram. Eu também aproveitei: fui na pisina de onda, na corredeira e, o que eu mais gostei, no balde gigante que, de tempos em tempos, entornava água na galera. Me senti tão bem que até tirei uma sonequinha na espreguiçadeira, em baixo de um guarda-sol gigante. Mamãe é um pouco medrosa para estas coisas, mas foi em três brinquedos. Cida também curtiu muito o passeio, apesar de ter que ficar de olho em mim o tempo todo.

Quinta foi um dia mais tranquilo. Fiquei em casa com Cida enquanto papai, mamãe e dindo foram conhecer o Shopping Iguatemi. Começamos a desacelerar e nos preparar para a volta no dia seguinte.

Sexta acordamos cedo e arrumamos as coisas. Fomos novamente no Mercado Central para comprar as castanhas do tio Spina e a Cida acabou levando mais uns presentinhos. Ao chegarmos em casa dindo Zé havia preparado o almoço e logo depois saímos em direção ao aeroporto.

Foram dias divertidos e repletos de coisas novas. Meu HD ficou bem mais cheio depois desta viagem. Quando será a próxima? Papai, eu quero ir.

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Dia de Médico.

Sexta, véspera de carnaval, dia de visitar Dr. Luís Octavio. Estou liberado para comer tudo (ou quase tudo). Não dá ainda pra traçar uma picanha e comer batata frita. Mas já posso estender mais meu cardápio.

Ganhei 700 gramas e estou com 8,450 Kg. E passei de 70,5 cm para 72,5 cm. Grandes conquistas.

Amanhã embarco para Fortaleza com papai, mamãe e Cida onde vamos passar o carnaval e encontrar o dindo Zé. Até a volta e bom carnaval!

Na sala de espera do consultório.

Jardim do Príncipe.

Um domingo desses de muito calor no Rio fui ao Jardim Botânico. Mamãe já havia me levado lá uma vez, mas era muito pequeninho. Desta vez pude aproveitar muito mais. Passeei pelo jardim, vi o lago, as vitórias-régias. Mas onde eu me esbaldei de verdade foi no parquinho. Tanto que tive que tomar um banho por lá mesmo antes de ir para o shopping.

O Jardim Botânico foi construido em 1808 a pedido do Príncipe-Regente (e não é que príncipes existem mesmo?) D. João para guardar plantinhas que  trouxeram lá de longe. Na época tinha um outro nome: Jardim da Aclimação. Em 1822, com a independência do Brasil, o jardim passou a poder ser visitado por todos nós. Hoje a gente encontra por lá cerca de 6.500 espécies, do Brasil e de outros lugares, muitas delas ameaçadas de desaparecem do nosso planeta.