Com identidade.

Agora mamãe não precisará mais carregar minha certidão de nascimento pra lá e pra cá. Sou um menino de identidade. Acabo de tirar minha carteira, que é válida até eu fazer 18 anos. Não deu para assinar, mas meu dedinho tá lá.

Como tirar a identidade do bebê

O que levar:

– Certidão de Nascimento (original + 1 cópia simples)

– Duas fotos 3×4 recentes

– O menor de 16 anos deve estar acompanhado pelo pai, mãe ou responsável legal com a respectiva Carteira de Identidade.

Onde:

No Rio de Janeiro, postos do do Detran (acesse www.detran.rj.gov.br)


Papais do Villa Leone.

Como a Tia Lú, nossa promoter oficial, estava viajando, a festa do Dia dos Pais aqui do prédio acabou acontecendo um pouco depois da data oficial. Organizamos um super café da manhã no salão de festas. Mamãe passou a noite anterior na cozinha preparando a torta salgada e o creme de queijo com cebola para um canapé.

No domingo ela desceu cedinho para ajudar tia Lú na decoração. Tinha um painel lindo com fotos dos papais aqui do prédio e seus filhotes e frases bonitas sobre o que significa ser pai. A festinha foi uma delícia e os papais ficaram super felizes. Também devem ter engordado um bocado por conta das guloseimas preparadas pelas mamães.

Além da foto que estava no painel, os pais ganharam um certificado e uma caneca personalizada.

Refreshing.

Sábado passado completei um ano e três meses. Cada vez mais tagarela, finalmente aprendi a falar “mamãe” e “mãe”. Bato na porta e pergunto “quenhé ?”. “Caiu”, “bô”, “sai”, “papá” e “mamá” são algumas outras palavrinhas que agora fazem parte do meu vocabulário.

Ando super bem e já subo a escadinha do escorrega sozinho. Aliás, ando até de ré. Principalmente quando chego na porta do consultório do meu pediatra. Como não tem jeito, acabo entrando, mas reclamo muito quando ele começa a me cutucar. Na última visita estava com 10 Kg e 79 cm. Bem na média, segundo ele. Mas mamãe acha que sou “baixinho”.

Agora já posso comer tudo, mas não sou muito bom de boca (enrolo, não faço bocão). Me acabo com chocolates e qualquer tipo de biscoito. E adoro brincar de fazer papá usando as panelas e as colheres do papai.

No último fim de semana, depois de tomar a segunda dose da gotinha anti-polio, fui ao cinema pela primeira vez. Até que fiquei quietinho mais tempo do que mamãe imaginava e até prestei um pouco de atenção. Mas eu gostei mesmo foi de comer pipoca. Parecia até gente grande. Ah, o filme? Toy Story 3. Papai, mamãe, dinda e primos adoraram. Eu acho que preciso ver de novo quando for maiorzinho.

Vó Gina gosta de brincar comigo de “Seu Mindinho”. Já eu prefiro brincar com ela de beliscar. Ela é a única que deixa sem reclamar.

A vó Loló não me dá mole não. E eu obedeço na mesma hora.

Vovô tem o maior jeito pra brincar comigo. Eu adoro, mas ele viaja muito, então nos vemos pouco.

Me divirto com meus primos Be e Pe. O Be, segundo a mamãe, sou eu amanhã. Ah, domingo passado me perderam na casa da vovó. E foi o primo Be que me encontrou trancado no banheiro desenrolando o papel higiênico. Já o Pe toma conta de nós dois.

É isso aí. São estas as novidades. Me aguardem que daqui a pouco tem mais.

Meu Segundo Dia dos Pais.

Ano passado eu mal tinha saído da barriga da mamãe quando comemoramos o Dia dos Pais. Era muito pequeno, menos de três meses de vida. Este ano pude aproveitar e participar mais. Fomos almoçar na casa da vovó Loló: eu, papai, mamãe, vó Gina, dinda, dindo falso, primos e dindo Zé. Foi uma tarde e tanto… Pena que vovô não pode voltar de Porto Seguro.

Papai, obrigada por tudo. Você é um pai e tanto. Vamos curtir ainda muitos Dias dos Pais juntos.

Eu, papai, Ploc, dindo falso e primos.

Mais aniversário.

Para completar a série de posts sobre aniversários, não podia deixar de falar sobre o da minha mãe preta Cida. Fomos, pra variar, comer rodízio de pizza no Fronteira. Eu, papai, mamãe, Priscila, Lili (bá do Tutu), Célia (bá do meu xará Mateus) e Emília (bá da Bia e da Carol).