Estreia Internacional.

Em julho carimbei pela primeira vez meu passaporte. Para comemorar o aniversário da mamãe embarcamos, eu, ela, papai e dinda Maluca, rumo a Buenos Aires, na Argentina, onde nos divertimos muito por 3 dias. Foi minha estreia internacional e me saí muito bem.

O primeiro teste foi o do avião. Tirando o fato de que quando o avião começou a descer eu desandei a gritar que ele ia cair e, ao pousar eu disse, em alto tom, que ia explodir, foi tudo muito bem.

Pegamos nosso carro no aeroporto e fomos direto para o Zoológico de Buenos Aires. De cara, um novo desafio: um frio de cerca de 8 graus, com o qual não estava acostumado. Mas também não decepcionei ninguém. Bem protegido, com luvas e gorro, logo já estava acostumado à nova temperatura e corria de um lado para o outro para ver os animais e dar comida a eles. “Rumo à girafa!”, dizia eu. E logo seguíamos em outra direção, sem perder tempo. Dentro do zoo, comi cachorro quente e andei no famoso carrossel de dois andares.

Passamos no nosso hotel / apartamento e fomos para o shopping Abasto. Dormi dentro do carro, mas chegando lá acordei e ainda brinquei mais um pouco na área de recreação deste shopping que era muito grande.

De lá fomos jantar em Puerto Madero, na Cabana de Las Lilas, mas eu dormi o tempo todo e só acordei no dia seguinte, na “casa da amiga da mamãe”, que era como eu chamava o hotel.

Tomei banho de piscina, que na verdade era a banheira do nosso apartamento temporário, e fomos para o Jardim Japonês, onde também corri de um lado para o outro, atravessando pontes e procurando carpas.

Era chegada a hora de um programa de adulto: Palermo Soho. Mamãe adorou, mas graças a mim não gastou dinheirinho nas lojas que ela chamou de “descoladas”. Comi empanada e tomei sorvete. Passamos a tarde toda por lá.

No final do dia fomos ao Mundo Discovery Kids e  ainda demos uma passadinnha no centro para conhecer a sede do governo, a Casa Rosada, e Praca de Maio. O jantar foi novamente em Puerto Madero, mas desta vez no “Siga La Vaca”, que ninguém gostou. Ainda bem que eu já tinha jantado e estava dormindo.

O terceiro e último dia de nossa viagem começou com uma passadinha rápida no cemitério de Recoleta, que eu achava que era um Castelo. Estava muito frio. Pegamos o carro e fomos conhecer o estádio La Bombonera, de um dos times de futebol mais consagrados do mundo, o La Boca. Não é do meu tempo, mas dizem que o grande ídolo de lá é um tal de Maradona, que já não joga mais faz tempo. Mas tinha uma estátua dele no museu do estádio. Para surpresa e alegria do meu pai, fiquei encantado: de cara pedi uma bola e um boné do La Boca. E não me contentei só de tirar uma foto num pedacinho do campo. Eu queria jogar futebol naquele “gramadão”.

Depois passeamos por um lugar de casinhas coloridas e cheio de bonecos, o “Caminito”, e por San Telmo onde, além de uma feira e várias lojas de “coisas velhas”, encontrei o Capitão Jack Sperow e uma estátua que se mexia e até me deu um pirulito.

A viagem estava acabando, mas ainda deu tempo de almoçarmos no Cabana de Las Lillas de novo. Desta vez eu estava acordado e, depois de experimentar a carne argentina, tomei o último sorvete na terra do Dulche de Leite e encontrei um outro Capitão Jack Sparow andando por Puerto Madero rumo ao seu navio de pirata.

Ah, um agradecimento especial ao Guia Buenos Aires com Crianças que ficou ao nosso lado o tempo todo.

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