Frio em Campos.

Era aniversário da mamãe e resolvemos comemorar do jeito que ela gosta: viajando. Desta vez o destino era Campos do Jordão. A viagem de carro foi longa e pegamos trânsito, então demos uma paradinha em Aparecida do Norte para esticar as pernas e conhecer o Santuário de N. S. de Aparecida, o que que acabou se revelando um ótimo programa (como fomos no feriado da visita do papa, ele tinha ido á um dia antes e estavam desmotando o evento). Chegamos à noite, direto para o jantar.

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No dia seguinte estava bem frio e nublado, como dá para ver na foto abaixo, lá no Pico de Itapeva. Mesmo assim, visitamos a Floresta Encantada. O parque está meio “largadinho”, pouco conservado, mas pra mim isso não foi um problema.  Almoçamos em Vila Capivari, na Baden Baden, e aproveitei para dar a tradicional volta (ou duas) na praça no fusca vermelho.

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No dia seguinte, depois de uma visita rápida ao mirante do Morro do Elefante, seguimos para o Tarundú, lindo e cheio de brinquedos radicais. O lugar abriga também um haras.

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Antes voltar para casa ainda deu tempo de conhecer o borbeletário, onde descobri que o ciclo de vida deste animal dura algumas semanas. Uma vida curta, mas muito feliz.

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Dicas?

– Evite os meses do Festival de Inverno. Além de muito frio a cidade fica lotada. Isso foi bem ruim.

– A viagem do Rio até lá de carro é longa. Para um fim de semana apenas pode ficar cansativo. Programe algumas paradas. Aparecida do Norte é uma excelente opção mesmo para os que não são dos mais religiosos.

– Se puder se hospede num hotel com estrutura. Mas se pretende passear não fique muito longe da cidade. O nosso era perto do Morro do Elefante, Hotel Chris Park (abaixo). É confortável, com um belo café da manhã, piscina aquecida e quartos com lareira. A vista é linda. Recomendamos.

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Quatro anos depois…

Agora eu tenho 4 anos. Uma idade cheia de novidades. Já não se fica tão doente (e quando dói sei explicar), aprendi a escrever meu nome e outras coisas mais, conheci Tarsila, Pixinguinha, Jackson Five e Beatles, sei que Paris é a cidade luz, estudei a arquitetura de Parati, conheci a  história do meu país e da família real no Paço Imperial, consigo me vestir e comer sozinho e tenho minha rede própria de amigos. Quer mais razão para comemorar?

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Where Dreams Come True

Finalmente chegou o dia tão esperado. Provavelmente até mais para meus pais do que pra mim. Pela primeira vez eles iriam visitar o mundo encantado comigo. Eu, claro, também estava louco para encontrar o amigo Mickey, mas não tinha muita ideia do que me esperava. Tudo ainda era mais emocionante porque dinda Maluca, Lulu, Pedrão, tia Drica e tio Spina embarcaram nesta aventura junto com a gente. Estar com a Lulu, minha amiga desde a barriga, prima, namorada (?), fez toda a diferença…

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Já não era minha estreia em avião, mas foi o vôo mais longo até então. E eu tirei de letra. Prefiro andar de avião do que de carro.

O primeiro dia, como não podia deixar de ser, foi na casa do Mickey mesmo, no Magic Kingdom, onde tudo começou. E de novo, as lojas, o castelo, as bolas de gás, as balas, tudo era encantado.  Ficamos até o fim para ver o show de fogos, a Sininho voando e o espetáculo de projeções no castelo. No começo tive medo das atrações no escuro ( afinal, já comecei no Piratas do Caribe que, confesso, me assustou bastante), mas fui me acostumando aos poucos. Os meus preferidos eram os radicais e radical pra mim podia ser a xícara que rodava ou mesmo uma montanha russa (daquelas menores, é claro).

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Fomos em todos os parques (menos os de água porque, apesar de não estar muito frio, era inverno na casa do Mickey). A grande surpresa foi Busch Gardens. Ninguém apostava que íamos gostar, afinal,  é famoso por suas montanhas russas nas quais eu e Lulu não podíamos entrar. Mas foi um dos que mais curtimos. Casa e show do Barney e um parquinho com vários brinquedos, inclusive um pula-pula gigante.

No Epcot acompanhei a Lulu num almoço com as princesas no pavilhão da Noruega e tiramos fotos com o nosso anfitrião e vários outros personagens. Também tomamos um café da manhã com Mickey, Minnie e seus amigos no Chef’s Mickey, no Hotel Contemporary, que fica dentro do Magic Kingdom. Comer mesmo não comemos muito, mas nos divertimos e tiramos fotos.

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Mas sabem o que eu mais gostei? Dos brinquedos com água. Desde os jatos saltitantes que brotavam do chão até uma montanha russa radical que fui com o papai em que o carrinho era um tronco de madeira e terminava numa baita “ribanceira”. E do encontro com meu ídolo Jake.

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Tá a fim de ir também? Bom, eu tinha 3 anos e 8 meses e deixo uma dicas básicas para quem tem a mesma idade:

– Diferente da maioria levei o carrinho daqui. Era um Maclaren. Quase não usei, mas sempre dormia dentro do carro, então quando meus pais iam jantar eu ficava “chapado” e confortável dentro do carrinho.

– Eu adorei o hotel do complexo da Disney – All Star Movies –  mas nós somos muito acelerados, então ficávamos pouco por lá. aí não vale muito a pena. Meus pais disseram que na próxima ficaremos em algum outro na International Drive, mais central.

– Eu gosto e comer bobagem, então sobrevivi bem com nuggets, cachorro-quente, pipoca e macarrão com molho de queijo. A Lulu sentia falta de arroz e… brócolis. Então de vez em quando a gente chegava mais tarde num parque ou saia mais cedo para almoçar no Camilla’s, que é um restaurante brasileiro ( tem também o Vittorio’s)

– Um kit lanche segura a nossa onda, principalmente a caixinha com uvas que a gente comprava no próprio hotel. Tinha também a caixinha de sucrilhos. No carro, a gente sempre tinha água e biscoito.

– Na mochila um roupa extra, casaco e toalha fralda ou outra bem fininha. Eu me molhava nas “águas saltitantes” e como mais tarde esfriava era bom trocar pra não ter risco. Comprar uma mantinha por lá também é indicado, principalmente se for inverno.

– Fomos no final de janeiro e achamos ótimo. Temperatura agradável e parques vazios.