Mapa Astral

Sempre curti e acreditei nos benefícios dos estudos astrológicos. Resolvi fazer o mapa astral do Mateus e fiquei muito satisfeita com o resultado. Acho que é algo que pode ajudar muito a nós, pais, e aos educadores, a entenderem a criança e, com isso, lidarem melhor com ela. Mais que isso, nos leva a prestar atenção em algumas coisas que talvez não tenhamos atentado ainda e, com isso, incentivar certas atitudes e tentar contornar alguns pontos que podem trazer dificuldades no futuro. A proposta não é, obviamente, controlar a vida da criança, até porque  isso nem seria possível. Mas, com um bom uso das informações, acho que estas dicas facilitam um pouco este prazeroso mas, ao mesmo tempo, difícil processo que é a educação e o desenvolvimento de nossos pimpolhos.

Nem é o meu caso, mas acho que as informações do mapa são ainda mais importantes para papais e mamães que têm mais de um filho. Afinal de contas, embora tenham o mesmo pai e a mesma mãe, são pessoas diferentes, com personalidades diferentes e precisam ser tratados, pelas mesmas pessoas, de formas diferentes. Eu acho que deve ser um grande desafio.

Enfim, mais uma ferramenta que pode ajudá-los a ter uma vida melhor.

Para quem tiver interesse indico a Tatiana, da Astral Kids.

 

 

 

E agora, o mapa do Mateus, em áudio:http://www.4shared.com/embed/1473939783/2983aaf6

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O Mundo do Futuro.

Desde que o Mateus nasceu me deparo muitas vezes imaginando como será o mundo quando ele estiver ingressando no mercado de trabalho.

Bem, o trabalho sempre teve presença marcante na minha vida. Minha mãe trabalhava fora numa época que isso não era tão comum assim. Mais que isso, trabalhou a vida toda, por 40 anos, numa única empresa. Naquela época isso era legal. Ou pelo menos era o “ideal”. Na minha época isso já não era tão importante (e nem tão positivo) assim.

Nunca dei trabalho para estudar. Sempre passei de ano e ninguém nunca precisou me cobrar nada. A minha própria cobrança já era muito mais do que suficiente. Ficar de recuperação? Nem pensar. Prova final? Só em matemática. E eu sofria com isso. Passei no primeiro vestibular (ok, não foi para universidade pública, mas para uma boa universidade), me formei em quatro anos e no último período já trabalhava período integral e tinha salário de gente grande. Desde então, nunca fiquei sem trabalhar. E já se vão quase 22 anos…

Muitos amigos da faculdade entravam e crise no meio do curso sem saber se era aquilo que queriam. Eu não me permitia esta dúvida. Aos 19, 20 anos, achava que não podia perder tempo com dilemas. Só hoje sei como tinha tempo a perder naquela época. Pelo menos não acho que errei: gosto do que faço. Mas poderia ter me permitido um pouco mais. Ter relaxado mais.

Já no mercado de trabalho, bateu uma baita vontade de estudar Direito. Mas ganhava bem e não tinha tempo. Nem coragem para recomeçar. Ainda hoje acho que seria uma boa advogada. Porém, também sou uma boa profissional de comunicação. Melhor assim…

Nem todo mundo era tão  “decididos” como eu.  Mas hoje todos que estudaram comigo, de uma forma ou outra, trabalham com comunicação (não conheço nenhum que tanha mudado de carreira) e a maioria trabalha em agências, assessorias de imprensa ou em departamentos de marketing e comunicação de empresas. Outros, mais arrojados e empreendedores, abriram seus próprios negócios. Alguns estão bem, outros nem tanto assim.

Cresci achando que vínculo empregatício era importante: salário certo no fim do mês, fundo de garantia, carteira assinada etc, etc, etc. Pelo menos a tal estabilidade, mesmo hoje, não é algo que me aprisione. Até porque isso quem tem que garantir é a pessoa, sendo eficiente e competente, e não a empresa.

Mas neste mundo do futuro pelo qual viajo de vez em quando é tudo muito diferente. Será que o diploma de curso superior que sempre foi o meu maior objetivo ( e o a da minha mãe já que ela não teve) será assim tão fundamental? Como serão as universidades daqui a 15 anos? Vão se formar e depois trabalhar ou, enquanto estudam vão transformar brincadeira em negócio e começar a ganhar dinheiro muito antes de ter um diploma? Vão ter um objetivo ou tudo será uma consequência pra lá de natural? Como serão estes jovens que aos 3 anos já usam I phone, I paid, computador sem ninguém ter que ensinar? Vão estudar e trabalhar no Brasil ou no exterior? Ou vão estar cada dia num lugar, trabalhar no mundo inteiro e para o mundo inteiro, sem uma mesa sua com o porta retrato da família? Vão trabalhar 5 dias por semana, 8 horas por dia e descansar 2 dias (acho que nem hoje isso é mais uma realidade) ou vão trabalhar e se divertir ao mesmo tempo? Vão trabalhar para uma única empresa, se especializar numa única atividade ou serão donos de seu tempo e estarão em vários projetos ao mesmo tempo, desempenhando múltiplas funções? Ou será algo que nem consigo imaginar?

Só tenho uma única certeza. Com tantas possibilidades, o melhor que posso deixar de herança para o Mateus é o interesse por cultura. Com isso, o futuro, seja ele qual for, será mais fácil e gostoso. Na minha opinião é isso que continuará cada vez mais a fazer a diferença.

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O Desfralde.

A tão temida operação desfralde teve início logo após Mateus completar dois anos. E mais uma vez preciso dizer que foi muito mais simples e tranquilo do que imaginava. O ideal, dizem, é desfraldar no verão, para que a criança possa ficar de cuequeinha o dia todo, evitando muitas roupas molhadas. Mas no próximo verão ele já estaria com quase três anos e não achei que seria adequado esperar tanto. Era melhor começar logo, antes que esfriasse mais.

De primeira, cometi um grande erro. Deixava ele sem fralda em casa, mas colocava fralda para sair. Levei um “puxão de orelha” da creche. Não se deve fazer isso, porque confunde a criança. Ela nunca sabe quando pode ou não fazer xixi.

Outra dica importante que também veio da creche: incentivar a ida ao banheiro de 15 em 15 minutos. Se mesmo assim a criança continuar fazendo “pipi fujão”, diminuir o tempo. Afinal, nós não temos noção do quanto a pequena bexiga deles pode suportar.

E, isso eu já sabia, nunca brigar quando tiver um “pipi fujão”. Eles estão aprendendo e não fazem de propósito. Uma briga fora de hora pode assustar a criança e atrasar o processo.

Mateus aprendeu a pedir para fazer xixi no vaso em dois ou três dias. E raramente hoje ele tem um “xixi fujão”.

Em relação ao cocô foi ainda mais simples. Como ele sempre foi muito regradinho para evacuar (de manhã e depois do almoço, em geral), há algum tempo já o colocávamos no vaso nestes horários.  Co isso, antes de desfraldar já pedia para fazer cocô no banheiro.

Mesmo numa semana complicada – babá internada, trabalho intenso e curso à noite duas vezes por semana – o desfralde foi mais próximo de um sonho do que um pesadelo. Então fica a dica: relaxem, porque pode ser mais simples do que a gente imagina.

Ah, vale lembrar que além de tudo Mateus não dispensa um livrinho enquanto está no vaso. Fazendo jus ao sexo masculino, ele logo grita: “Mamãe, traz o livro!”. E não pode ser qualquer um. Ele escolhe o título do dia.

Agora é aguardar a hora e a coragem para tirar a fralda da noite… Se bem que el já nem gosta muito de colocá-la…

 

 

Enxoval (agora por uma mãe um pouco mais experiente).

Um dos primeiros posts deste blog é sobre compra de enxoval. Foi bem no comecinho. Mateus havia acabado de nascer.

Um ano e meio depois resolvi falar novamente sobre o assunto, agora com um pouco mais de “maestria”. Será?

Antes de mais nada, esta é apenas a minha opinião e acho que pode ajudar a algumas pessoas. Mas tem coisas que variam de mãe pra mãe, de pai pra pai e de criança pra criança. Ou seja, nada aqui é uma verdade absoluta.

Em primeiro lugar, para quem puder, vale muito a pena viajar para comprar o enxoval no exterior. Miami é o que sai mais em conta, mas Nova York também é uma boa opção. Além de encontrar coisas muito diferentes, o que tem aqui, lá é muito mas barato. Fora isso, pra quem gosta viajar, é um dos melhores programas que existe. Ainda mais que, provavelmente, depois que o bebê nascer, o casal (ou ao menos a mãe) ficará um tempinho sem poder desfrutar de uma viagem desta.

Toalhas:

Se for viajar, sugiro comprar umas de malha bem fininhas. Vêm em kits de dois ou três junto com paninhos que foram feitos para dar “banho de gato” no bebê, mas que uso como pano de boca.

São tão delicadas como as já conhecidas toalhas fralda brasileiras, mas secam melhor e duram mais. Quatro são mais do que suficientes para o primeiro ano. E acho que duram até mais que isso. Acabei praticamente nem usando as toalhas fralda que comprei aqui.

No Brasil você encontra umas de malha na Bebê Básico, mas não são tão boas quanto as importadas. Neste caso, as toalhas fralda se tornam essenciais, porque as toalhas normais agridem muito a pele sensível do bebê.

Fralda de pano lisa também é uma boa pedida. Tem mil e uma utilidades: proteger a roupa da mãe dos golfos, limpar a boca do bebê, secar, cobrir…

NoJo 9-Piece Lion Bath Gift Set - 6-Pack Washcloth & Tub Toy, 2-Pack Large Character Hooded Towel -  Hamco - Toys"R"Us

Cueiros:

Também estão na categoria “pau pra toda obra”. Quando o bebê  é bem pequeno você usa para enrolá-lo. Depois vira coberta. E tb serve para forrar lugares para troca de fraldas onde não há berçário ou algo do tipo.

Viajei no inverno, então, a maioria dos cueiros que encontrei por lá eram de flanela, que usei pouco no Rio de Janeiro. Na Carter’s é que tinha alguns de malha com lindas estampas. Para quem mora do Rio sugiro os da Babette: são bem básicos e de qualidade. Acho que cinco ou seis dão conta do recado.

Mantas de linha também são necessárias e depois podem ser usadas para corbrir. Não indico comprar as de fustão. São lindas, mas não muito práticas e dificilmente terão vida longa, já que não são macias para se usar como coberta.

Mamadeiras e Chupetas:

Avent, Mam ou Dr. Browns. Qualquer uma destas marcas é uma ótima escolha. As do Mateus são da Mam e o que mais gosto nelas é que são totalmente desmontáveis (o fundo também desataracha), o que ajuda muito na limpeza.

Comprei 3 de 360 ml e 3 de 160 ml que foram suficientes. Nunca usei “chuquinha”. O importante é lembrar de comprar bicos com diferentes tamanhos de furinhos.

Se viajar é bom já comprar também os copos de transição. Aqui custam bem mais caro e alguns não sei nem se encotramos no Brasil. Traga também colheres de diversos tamanhos para quando o neném começar a comer. As da Gebber, com cabo de aço, são ótimas. Pratinhos que podem ir ao microondas são mais práticos e difíceis de se encontar por aqui.

Sobre chupetas, não tenho muito a falar, pois Mateus usou muito pouco. Só é bom lembrar que existem chupetas para idades diferentes. Eu, por exemplo, não comprei nenhuma para RN .

Bodies, tapa fraldas e macacões:

Compre muitos bodies. Principalmente se for viajar. Nos Estados Unidos eles são muito, muito, baratos. E lindos.

Na Carter’s você pode encontrar os mais básicos, mas todos muito bonitinhos. Duram bastante e são baratérrimos. Não esqueça de trazer alguns (06) brancos lisos, sem manga, com manga curta e manga longa, para diversas idades.

Em outras lojas você encontra de tudo: outros básicos, polo e até  body tipo camisa social (estes últimos nem adianta comprar no tamanho até 3 meses, porque bebês muito pequenos não usarão um body de tecido). Gap, Polo Ralph Lauren, Osh Kosh Bogosh, Tommy Hillfinger são algumas das lojas, todas elas com sua filial outlet no Shopping Woodbury em Nova York. Na Babies’r’us e na Buy Buy Baby você encontra muita coisa bacana também (não só bodies, mas tudo para o enxoval)

No Rio, na Babete você pode encontrar tanto bodies básicos como outros mais transadinhos. A Bebê Básico é uma outra ótima opção (eu amo!). Outras lojas que gosto são Zara (moda), Q-vizu e Rock Baby (estampas criativas), Mini Humanos (coleções temáticas, lindas e diferentes)

Tapa fraldas também são muito usados, principalmente no verão e para meninos. Acho que as meninas usam por baixo de sainhas e vestidos. Gosto dos da Bebê Básico, lisos e em diversas cores, e da Baby Cool, de tecido com estampas lindas.

Os macacões de pezinho também não podem faltar, principalmente se o bebê nascer no inverno. Mas mesmo no verão, nos primeiros meses são super indicados.

Carter's Boys 5-Pack Short Sleeve Bodysuit - Blue (Newborn) - Carters  - Babies"R"Us

Sapatos e Meias:

Não exagere nos sapatos. Eles, pra mim, são uma tentação. Mas os bebês quase não usam. Prefira, neste caso, macacões de pezinho ou meias.

Se não resistir aos sapatos (eu sei que é difícil), compre poucos e cuidado para não comprar sapatos muito grandes com sola de tecido. Aos dez meses Mateus já andava e deixou de usar um lindo sapatinho da Ralph Lorem porque a sola era de tecido.

Mas abuse das meias. Principalmente daquelas com anti derrapantes. E compre também alguns pares de luvinhas. Além de proteger as mãos do frio, evitam que o bebê se arranhe.

Carrinho e bebê conforto:

Nem preciso dizer que no exterior é bem mais vantajoso. Mas caí na asneira de comprar um lindo e confortável da Gracco, mas muito pouco prático, enorme. Não cabia na mala do meu Palio. Devia ter comprado mesmo o Peg Perego, que por ser mais compacto, ainda dura mais tempo. Agora tem também o Quiny.

Aos seis meses do Mateus, decidi comprar um Mac Laren. Mas errei novamente. Comprei a versão que não deita, o que é um pouco desconfortável para ele até hoje quando quer dormir durante os passeios.

E não dá para esquecer do bebê conforto. Mateus dormiu nele (acoplado ao carrinho) até os três ou quatro meses. E a maioria serve como cadeirinha de carro para crianças até um ano.

Itens de segurança:

Não comprei um sequer. E, é claro, Mateus é bem levado. Então tive que sair correndo em busca de protetores de quina, prendedores de porta, de gaveta, de forno, de tampo de vaso.  Aqui no Brasil este sprodutos são caros e ,como são necessários muitos, a conta fica bem salgada.

Ah, recomendo reforçar o protetor que quina com com silver tape. Não estraga os móveis e, se você tiver um “anjinho” em casa, isso vai garantir que não arranque o adesivo do protetor em alguns segundos.

Safety 1st Secure Tech Cabinet Lock - Safety 1st  - Babies"R"Us

Diversos:

Trouxe algumas coisas sem muita ultilidade como termômetro de ouvido (marcam sempre um grau acima ou abaixo), chupeta para remédio (se o bebê não pegar chupeta não adianta em nada. Usar a seringa é  a melhor opção) e termômetro de banheira (se usei 3 vezes foi muito. Melhor ver a temperatura com o cotovelo mesmo).

Já babá eletrônica (existe até com vídeo), móbiles musicais, kit higiene (tesoura de unha, limpador de nariz, limpador de boca, conta-gotas etc), kit trocador, kit berço (02) com rolinhos para não deixar o bebê virar, esterelizador (comprei um de microondas, mas existem também os elétricos que são mais recomendados), mordedores (comprei um que vibra que Mateus gosta de brincar até hoje) e escorredor para mamadeiras são itens que considero bastante úteis.

Drying Rack - Munchkin  - Babies"R"Us

Tapete emborrachado para quando o bebê for ao parque, tapetinho com móbile para estimular os sentidos  e pote para leite em pó são outras dicas.

I Pod ou CD no quarto para músicas tranquilas cai super bem, assim como um DVD quando a criança ficar maiorzinha.

Bright Starts Start Your Senses Activity Mat -  Kids II - Toys"R"Us

Para a mãe:

A mamãe também tem seu enxoval. Sutiãs e roupas adequadas para mamentar, protetor de seio (melhor a concha de silicone), calcinha pós-parto e bomba para tirar leite (prefiro as eletétricas).

Vale comprar também potes de vidro para congelar o leite materno. Eu comprei potinhos de Nescafé e esterelizei. Sugestão do pediatra.

Feira de Bebês e Gestantes:

Tem gente que ama. Outros odeiam. Geralmente são cheias e nem todas as barracas são muito legais. Tem que saber escolher, garimpar. Mas, principalmente para quem não pretende viajar, pode ser uma oportunidade de comprar tudo (ou quase tudo) num único lugar e por preços bons. Tem até barracas com produtos importados.

Eu adoro fazer compras, então montar o enxoval foi um programa a parte. Mas se você não curte tanto,  peça ajuda. E hoje em dia dá para comprar muita coisa pela Internet. Agora é com você. Boas compras e bom parto.

Lojs que vendem pela Internet:

Rock Baby: www.rockbabyshop.com.br

Mini Humanos: www.minihumanos.com.br

I Pop My Baby: www.ipopmybaby.com

Baby Cool: www.babycool.com.br

Webbabies: www.webbabies.com.br

Bebê Buá: www.mammybaby.com.br

Roupinhas importadas com entrega no Brasil:

Emporio Miami: www.emporiomiami.com/

Gap: www.gap.com

Asos: www.asos.com

Sites de lojas físicas:

Babette: www.babettebebe.com.be

Bebê Básico: www.bebebasico.com.br

Expo Bebê e Gestante: www.expobebeegestante.com.br

Shoppings no Rio com lojas para enxoval:

Via Parque: www.viaparque.com.br

Nova América: www.novaamerica.com.br

Use Cadeirinha!

Há tempos quero fazer um post sobre o tema. Pouco antes do Mateus nascer começou a se falar mais nesta questão da cadeirinha de carro para bebês. Mateus já saiu da maternidade numa delas.

Confesso que no começo implicava um pouco com ela. Neste momento ela ainda usava aquele modelo em que a criança fica de costas, indicada para quem tem menos de 1 ano ou até 9 quilos. Na verdade a minha era cadeirinha de carro e bebê conforto. Ele detestava ficar ali amarradinho e chorava muito. Queria tirar ele correndo, mas meu marido não deixava. Então só me restava rezar para ele dormir. Só assim ficava se chorar.

Antes mesmo de ele completar um ano fomos ao shopping escolher a nova cadeira. Ele foi conosco e colocamos ele sentado na cadeira dentro da loja. Ficou todo feliz e eu respirei aliviada. Ufa! Mas a primeira vez que usamos a cadeirinha no carro foi um desastre. Ele chorava de ficar sem ar. Parecia que estava sentindo alguma coisa. Achamos que tinha ficado enjoado por estar, pela primeira vez, andando de carro virado para a frente. Neste dia o desepero foi tão grande que o tiramos dali e o levamos no colo.

A verdade é que ainda hoje ele não curte muito a cadeirinha. Depois de um tempo de viagem começa a reclamar e só nos resta apelar para brinquedos, celulares e musiquinhas de ninar. Às vezes abrimos a janela do carro, o que também costuma acalmá-lo. O fato é que depois que vi numa reportagem o que acontece com o bebê em caso de acidente se ele estiver solto, nunca mais o tirei da cadeirinha com  carro em movimento.

Por falta de produto no mercado, adiaram para primeiro de setembro a obrigatoriedade do uso da cadeirinha. Mas a do Mateus está lá. Aliás, estão lá. Uma no carro da mamãe e outra no carro do papai. Não dá pra vacilar.

Campanha:

Acesse as notícias:

Bebê Confort Brasil Facebook

(Antes de) Ser Mãe.

Recebi um texto lindo da Flavia Nesi, uma amiga do trabalho, sobre o que é ser mãe. O texto foi escolhido para ser lido na festa do Dia das Mães da escolinha de sua filha. Ela disse que todo mundo chorou. Eu  fiquei  emocionada quando li e resolvi repassar para minha mãe e algumas amigas. Muitas delas disseram que  também choraram ao ler o texto.

“Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.

Eu não tinha roupas manchadas.

Eu tinha calmas conversas ao telefone.

Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.

Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.

Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.

Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.

Antes de ser mãe eu não me preocupava

se minhas plantas eram venenosas ou não.

Imunizações e vacinas eram coisas nas quais eu não pensava.

Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.

… eu dormia a noite toda …

Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.

Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.

Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.

Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.

Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.

Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.

Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.

Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.

Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.

Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.

Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.

Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.

Eu não imaginava que algo tão pequenino

pudesse fazer-me sentir tão importante.

Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.

Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe.

Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.

Por tudo e apesar de tudo só posso agradecer por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.

Obrigada por permitir-me ser Mãe!”

(Elaine Mallika)

Doença de Mão Pé Boca

Este post foi tirado do blog As Aventuras de um Mamanhoco, do Tutu, filho da minha amiga e vizinha Lú Lobo. Mateus também teve esta doença. No seu caso tiveram bolinhas também na boca e ele ficou muito enjoadinho. Nem queria comer.

“Você já ouviu falar de “Mão Pé Boca”? Parece nome de brincadeira para a pré-escola, mas não é! É uma virose, muito chata!!! De uma hora para a outra começaram a aparecer umas bolinhas pelo meu corpo. Parecia uma reação alérgica a picada de mosquito.

A mamãe só descobriu que era isso quando outras crianças do meu condomínio também ficaram doentes. Foi um festival!!! As minhas reações foram suaves, eu não tive febre e nem estomatite. Só fiquei muito manhoso e sem apetite!

VIROSE – Síndrome Mão – Pé – Boca

É causada por um vírus chamado Coxsackie e os primeiros sintomas são: febre baixa, diminuição do apetite e o aparecimento de bolhinhas na boca, que rapidamente se transformam em feridas maiores do tipo úlcera e podem também aparecer nas mãos e nos pés. Daí o nome “doença da mão – pé – boca”.

Em alguns casos essas bolhinhas aparecem também nas nádegas. A transmissão se dá pela via fecal – oral, isto é, através da ingestão do vírus por mãos sujas, alimentos mal lavados ou mal cozidos que tiveram contato com fezes contaminadas. Logo, não há necessidade de isolamento da criança, desde que observadas condições mínimas de higiene para evitar a transmissão, que ocorre como explicado anteriormente; deve-se apenas observar seus contactantes.

O tratamento é sintomático medicando a criança para febre, oferecendo líquidos à vontade e deixando-a repousar até que os sintomas melhorem e a criança possa retornar às suas atividades normais.”

 Fonte: http://www.clinkids.com.br